terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Life Goes On

Faz tempo que não escrevo...
Mas isso acontece. Afinal, to doente neh.

Queria escrever sobre algo cativante, bonito, interessante.
Mas falta-me a inspiração. Tudo bem... uma hora ela volta.

O tempo nos ajuda a curar as maiores feridas, os maiores defeitos, os piores medos.
E isso vai passar, tenho certeza.
Quem sabe um dia todas as nossas aflições não viram um bom motivo de risada, um papo no boteco com amigos.
O melhor remédio para o tempo é olhar pra nós mesmos.
Isso... olha pro seu umbigo. Cuide-se, reaja! Porque só o tempo dirá.

Foto: Sem comentários.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lazy

Hoje como estou sem inspiração, vou postar uma música ;)

Aerosmith - Cryin'


There was a time
When I was so brokenhearted
Love wasn't much, of a friend of mine
The tables have turned, yeah
'Cause me and them ways have parted
That kind of love, was the killin' kind
All I want, is someone I can't resist
I know all right I need to know by the way that I got kissed
I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
your Love is sweet, misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' 'cause I let you
Do what you do-down on me
Now there's not even breathin' room
Between pleasure and pain
Yeah you cry when we're makin love
Must be one and the same
It's down on me
Yeah, I got to tell you one thing
It's been on my mind
Girl I gotta say
We're partners in crime
You got that certain something
What you give to me
Takes my breath away
Now the word out on the street
Is the devil's in your kiss
If our love goes up in flames
It's a fire I can't resist
I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
your Love is sweet misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' 'cause I let you
Do what you do down on me
'Cause what you got inside
Ain't where your love should stay
Yeah, our love, sweet love, ain't love
'Till you give your heart away
I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
Your Love is sweet misery
I was cryin' just to get you
Now I'm dyin' just to let you
Do what you do what you do down to me, baby, baby, baby, baby
I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
Your Love is sweet misery
I was cryin' when I met you
Now I'm dyin' 'cause I let you
Do what you do down to, down to, down to, down to, down to
I was cryin' when I met you
Now I'm tryin to forget you
Your Love is sweet...
I was cryin' when I met you
Now I'm dyin' 'cause I let you
Do what you do down to, down to, down to, down to, down to

Na foto: Erika, Esther e Eu. Homenagem à batata e seu amor por Aerosmith.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Turn Around

Hoje acordei com a musiquinha do comercial do Palio Weekend na cabeça... sabe aquele dos peixinhos? Olhe pra trás... e veja o que ja passou, assim a gente não se assusta tanto né?!
São musicas que colam na cabeça, e faz a vida da gente ter trilha sonora, como Stuck Like Glue do Sugarland (sou UBER viciada em country ;] ).
Muitas vezes a vida te dá TUDO pra ficar pra baixo, ou melhor, te tira tudo. Mas é como aquela história da caixa de pandora.. a esperança foi o que sobrou. E hoje estou vendo isso.
Parece que mesmo tendo perdido tudo, nessa semana porreta, aparecem coisas e pessoas MARA, pra levantar seu dia. E mesmo quando tinha tudo pra estar triste, a esperança tá me fazendo.
Pela música citada anteriormente, do Sugarland. "There you go making my heart beat again." Obrigado por toda ajuda que tem me dado ;).

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Na foto: Carol, Esther e Eu, vocês fazem meu coração bater novamente ;)

sábado, 29 de janeiro de 2011

Feelings

Engraçado como sentimentos são coisas estranhas.
Começam dentro de você, até que você extravasa, mostra tudo. Desde o pequeno sentimento de solidão até um grande sentimento de ódio, raiva.
Acontece com todo mundo, a não ser que você seja feito de pano, ou coisa parecida. Acontece...
Sentir, todo mundo sente. Não adianta falar que não, porque sente sim! Quer ver uma coisa, Mr. Painless?
Experimenta chutar o cantinho do sofá, com o dedo mindinho do seu pé e me fala se você sentiu alguma coisa ;)
Pra mim, extravasar sentimentos, é expressar em forma de artes, música, dança, representar, ou escrever...
Sobre qualquer coisa, sentimentos, talvez?
Uma coisa que me foge da realidade também, é música. Até em momentos inapropriados, como aquele sermão MONSTRO que de vez em quando a gente recebe, tem sempre um radiozinho ligado dentro da minha cabeça, tocando qualquer música que tenha uma das poucas palavras que ouvi. Acontece né.


Na foto: Russos carregadores de água e moi. Ao som de Cold Cold Heart - Norah Jones

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Changes

Engraçado como a mulher vai mudando de acordo com o período do mês...
No começo ela é dócil, amigável, uma santa (ou não)
Depois de umas duas semanas começam os sintomas... Dores no corpo, irritação até com a escova de cabelo que enroscou em um fio, chorar assistindo toy story...
Por último vem A semana. Aquela em que o pote de 1L de sorvete não dá pro café da manhã, aquela que comer é SEMPRE a palavra do dia... E AI de quem perguntar se ela engordou... MORTE.
Acontece... comigo é um pouco diferente... sou preguiçosa pra cacete, mas NA semana viro Isaura, a rainha do lar. Lavei até geladeira, fiz compra, comida, saí pra dançar, bebi....
Se homens não entendem as mulheres, imaginem nós mesmas. Até estou incoerente, mas tudo bem... daqui uma semana passa... como tudo mais.
Se você nasceu com o cromossomo Y, parabéns, corra para o espelho estufe o peito e diga orgulhosamente e bem alto "EU NÃO TENHO TPM!"
Você vai adorar, mas sua namorada... vai achar meio estranho.

Na foto: Alina e Eu - TPM, aquela semana em que você não é você

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Crescer...

Cara, como é engraçado o que o tempo faz com a gente.
Ontem não postei pois fui numa festa de despedida de uma amiga minha, e o grau etílico da minha pessoa me impediu de chegar até o pc. :]
Fiquei impressionada como o tempo passa e a gente não percebe. Tinha pessoas lá que eu não via há 5 anos, no mínimo. Gente casa, engorda, emagrece, engrossa a voz, fica irreconhecível...
Mas o engraçado mesmo não são essas mudanças nas pessoas, mas as mudanças em nós mesmos que a gente não percebe. E você muitas vezes descobre, que mesmo depois de 5 anos sem se ver, a amizade ainda continua. Seus amigos de antigamente sentam com uma latinha de cerveja do seu lado e conversam com você como se vocês tivessem se visto no fim de semana passado.
Amo muito tudo isso!


Na foto: Eu com 16 anos (sim, eu tinha 16 e não 10) e minha sobrinha que hoje está com 5.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Educação

Fico impressionada como a educação no Brasil vem se desenvolvendo. Fui pra região da República hoje fazer uma entrevista. Como muitos dos meus chegados sabem, sou diabética. Até aí tudo bem, a gente sempre tem uns altos e baixos na vida né... 
Bom... entrei no trem e comecei a sentir sintomas de hipo. Sentei num assento vazio e fiquei la, meio grogue, esperando chegar na estação. Foi quando uma delicada senhora em seus 70 e poucos anos entra no trem e, ao invés de sentar no local específico para pessoas de sua idade, que estava VAZIO no momento, decide sentar no local onde estava sentada, na janela.
Me lembro de ela resmungar alguma coisa quando entrou e olhar pra mim, mas eu já estava pra lá de Bagdá e só balancei a cabeça e fui pro banco ao lado, encostei na parede do trem e voltei à minha maravilhosa brisa hipoglicêmica (pra ter uma idéia, é como tomar uma garrafa inteira de tequila de estomago vazio). A senhora, foi sentar no lugar que eu estava e esbarrou na minha boca, sem querer. Ao invés de pedir desculpas, ela só olhou pra mim e resmungou. 
Fui tentar falar com ela, e minha voz falhou. É como se eu estivesse bêbada, mas não estava! Ela começou a me xingar no trem, falando que gente vagabunda vai pro inferno, porque a juventude de hoje fica bêbada, e ocupa espaço nos locais públicos e blá,bláblá whiskas sachê. Fiquei na minha, afinal, eu já tava louca, se eu fosse discutir, sabe-se lá o que ia acontecer.
MAAAAAANS, não contente, a filhadaputa simpática senhora, na hora de levantar me deu mor tapão na cabeça. Me chamou de sem educação, por não falar com ela e saiu do trem.
Como eu queria ter uma arma nessa hora.

Na foto: Eu (na época de cabelão) e vovó simpatia, lá de MG. Saudades da velha!



domingo, 23 de janeiro de 2011

Jones?

Assisti O Diário de Bridget Jones há algumas semanas.


A cena inicial me marcou, ela em casa, sozinha, BÊBADA, cantando all by myself.
De vez em quando é legal curtir uma fossa. De verdade, não só porque terminou com o namorado, mas por qualquer motivo.
Chorar faz bem... limpa os canais lacrimosos e sem falar em outras coisas, como passar o tempo com você e refletir sobre a sua vida...
Bom, de um modo depressivo e suicida, mas você acaba refletindo, com certeza. Mas calma lá... isso é bom uma vez ou outra. Não sempre... comigo é assim, uma semana por mês - chamada TPM, pros íntimos, me afogo na fossa e músicas que não ouço geralmente. Faz sentir bem. E o legal é curtir uma fossa que seja: pela plantinha que morreu, o ventilador que deu pau e assim vai. Porque no final, eu sempre penso: poutz, tem gente bem pior que eu. E tenho um novo motivo pra levantar a cabeça e recomeçar.
É bom entrar na fossa, sem se lamentar demais, às vezes só pra fugir daquela dieta milagrosa à base de chá e folha de alface (1/3 da folha, senão engorda tá), sentar no sofá, comer 3 pratos de lasanha e um pote de sorvete, assistindo aquele filme mais mamão com açúcar do mundo, de pijama, meia e chinelo.
Pra mim, fossa é a pausa que a gente tem pra parar de pensar na aparência e cuidar do interior (e seus desejos de 3.000 kcal por dia). Depois é só levantar, tomar um banho e viver la vida loca!

 Foto do dia: Um ótimo jeito de se curtir a fossa é afogar as mágoas (finado Friday's da Juscelino)

sábado, 22 de janeiro de 2011

Back in Black

Bom, faz um TEEEEEEMPO já que não fico com essa mania de Blog né. 
Maaaaans, hoje me bateu uma vontade/saudade.
Quero ver se consigo postar aqui umas fotos e comentários do cotidiano.
Afinal, blog é tipo diário né, só que com a (des)vantagem que qualquer um pode ler, ou não.

Primeira foto, mais que qualquer coisa, acho que tem que ser de uma época não tão distante em que vivi os melhores momentos da minha vida (até então)






Acho que nada explica o quão feliz fui ao lado desses amigos e neste país, tão diferente e ao mesmo tempo tão igual. Se você acha que viagem é ir pra onde todos vão, você certamente está enganado.
Todos me perguntam: por que Rússia? E eu digo: por que não?!

Na foto, de trás pra frente: Ahmed, Misha,  Roma, Agnieszka, Alina, Eu, Alfia e Oksana.